Preços do boi gordo seguem estáveis com alta pontual para novilhas
O mercado físico do boi gordo no Brasil segue estável, enquanto a oferta restrita de novilhas faz a categoria subir em São Paulo.
Pontos principais
- O preço do boi gordo manteve-se estável em 20 das 33 praças monitoradas pela Scot Consultoria.
- O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq marcou R$ 390,85 por arroba à vista, sem Funrural, em 4/11, com alta de 0,22% no dia.
- Em novembro, o indicador sobe 0,24% desde o fechamento de 30/10, depois de acumular 7,03% em outubro.
- As altas diárias do indicador caíram de 1,28% em 27/10 para entre 0,03% e 0,22% desde 29/10.
- A arroba da novilha registrou alta de R$ 7 em São Paulo, atingindo R$ 382.
- Escalas de abate permanecem curtas, variando entre cinco e sete dias úteis.
- A gestão da cota chinesa e a concorrência com outras proteínas limitam altas agressivas.
O mercado físico do boi gordo no Brasil ficou estável nesta quarta-feira (4/11), com preços firmes em grande parte das praças monitoradas. Segundo a Scot Consultoria, em Araçatuba e Barretos o boi segue cotado a R$ 387 a arroba para pagamento em 30 dias. Paralelamente, a oferta mais restrita de novilhas levou a categoria a subir R$ 7 em São Paulo, para R$ 382 a arroba.
O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq, que mede o valor à vista da arroba sem Funrural, confirma a desaceleração: depois da forte alta do fim de outubro, as variações diárias passaram a ser pequenas.
Apesar da firmeza, a indústria segue cautelosa nas compras, com escalas de abate de cerca de uma semana, segundo a Scot. Para a Safras & Mercado, a gestão da cota chinesa pode limitar movimentos mais agressivos, e a competitividade do frango e dos cortes suínos restringe reajustes mais intensos.
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