Democratas mantêm liderança em estados-chave para o Senado
Pesquisa do The New York Times com o Siena Research Institute dá vantagem aos democratas nos sete estados decisivos para o Senado dos Estados Unidos, mas o instituto diz que a maioria segue possível para qualquer partido.
Pontos principais
- Democratas lideram em Kansas, Ohio, Maine, Texas e Michigan, por 5 a 11 pontos em cada estado.
- Em Alasca, Mary Peltola (D) tem 48% contra 46% de Dan Sullivan (R); em Iowa, Josh Turek (D) tem 48% contra 47% de Ashley Hinson (R).
- Levantamento do The New York Times com o Siena Research Institute, divulgado em 1º de novembro, ouviu eleitores prováveis; a margem de erro vai de 3,4 a 5,0 pontos por estado.
- Don Levy, diretor-executivo do Siena Research Institute, diz que um Senado democrata é uma possibilidade real segundo as pesquisas, mas que a maioria segue possível para qualquer partido.
- Especialistas apontam dificuldades metodológicas em prever resultados devido a mudanças no comportamento do eleitorado.
- Histórico recente indica que pesquisas nos EUA têm enfrentado desafios para captar o desempenho de candidatos republicanos.
O levantamento do The New York Times com o Siena Research Institute, divulgado em 1º de novembro, é a última rodada antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro. Os democratas aparecem à frente nos sete estados decisivos para o Senado, mas em Alasca e Iowa a vantagem é de apenas 2 e 1 ponto.
Clifford Young, presidente da Ipsos Public Affairs, diz que pesquisar eleitores nos Estados Unidos ficou mais difícil com o abandono dos telefones fixos e a filtragem de chamadas. Ele afirma que os conservadores, sobretudo os de extrema direita, tendem a rejeitar as instituições e a não participar de levantamentos, o que torna mais difícil estimar quem vai de fato votar.
