Fiscalização retira sete marcas de azeite do mercado por irregularidades
Ministério da Agricultura e Anvisa proibiram sete marcas de azeite em 2026, enquanto outras oito passam por análise após denúncias de fraude.
Pontos principais
- Sete marcas foram retiradas do mercado por adulteração ou irregularidades cadastrais.
- As marcas San Paolo e Royal foram autuadas por misturar azeite com outros óleos vegetais.
- O Ministério Público Federal investiga oito marcas conhecidas por divergências na classificação do produto.
- Resultados laboratoriais de marcas líderes ainda aguardam validação e contraprovas oficiais.
O Ministério da Agricultura e a Anvisa intensificaram a fiscalização sobre o mercado de azeites no Brasil ao longo de 2026, resultando na proibição e recolhimento de sete marcas. Entre as punidas, San Paolo e Royal foram autuadas por adulteração, utilizando misturas de óleos vegetais não declaradas. Outras cinco marcas, incluindo Terra das Oliveiras e Campo Ourique, sofreram sanções devido a problemas de origem, falhas cadastrais ou resultados laboratoriais insatisfatórios que descumprem os padrões de qualidade exigidos pela legislação brasileira.
Paralelamente, uma ação civil pública do Ministério Público Federal em São Paulo questionou a classificação de oito marcas conhecidas, como Gallo, Andorinha e Borges. Laudos preliminares apontaram divergências entre o conteúdo e o rótulo, mas o Ministério da Agricultura ressaltou que os dados ainda carecem de validação e contraprovas. A legislação nacional impõe critérios rigorosos de acidez e parâmetros sensoriais para que o produto seja comercializado como extravirgem, virgem ou lampante, visando proteger o consumidor contra fraudes.
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