Viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA gera incertezas sobre o bolsonarismo
Já nos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro se diz o verdadeiro presidente eleito do Brasil, acusa fraude na eleição de Lula e anuncia que liderará a oposição de lá.
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29/10 às 11:45, atualizado 16:34
Pontos principais
- Flávio diz que uma “impossibilidade matemática” permitiu a Lula acrescentar mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno.
- Ele diz que uma decisão do STF, tomada “por cima da competência do TSE”, estendeu a votação, e que a ordem chegou depois do fim do horário legal.
- Ele pede a cassação da chapa Lula-Alckmin por abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública na campanha.
- Diz que não há mandado de prisão contra ele e que o inquérito serviu para tentar apreender seus passaportes.
- Diz que o pai, Jair Bolsonaro, está “calado, preso e censurado”, e que a família de um ex-presidente é tratada como inimiga do Estado.
- Agradece ao presidente Trump e ao governo americano por acolherem a família, onde diz estar “em segurança”.
- Aos senadores, deputados e governadores que ajudou a eleger, diz que falará o que eles não podem dizer.
Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno e já está nos Estados Unidos. Em carta divulgada de lá, ele se diz “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” e afirma que saiu de um “regime de exceção”, sem fugir.
Ele promete se dirigir ao povo brasileiro nos próximos dias, com uma estratégia “por todos os meios pacíficos e legítimos” para mobilizar a oposição.
