Ricardo Nunes evita comentar carta de Flávio Bolsonaro
Nunes evitou comentar a carta em que Flávio Bolsonaro acusa fraude na votação de 25 de outubro.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro atribui a uma decisão do STF, que estendeu a votação após o horário legal, um acréscimo de mais de 10 milhões de votos a Lula do primeiro para o segundo turno.
- Ele pede a cassação da chapa Lula-Alckmin por abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública.
- Diz que saiu do país para não ser silenciado e que a perseguição política segue um roteiro de apreensão de passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão domiciliar e condenação.
- Afirma que não há mandado de prisão contra ele.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, evitou comentar a carta de Flávio Bolsonaro. Em vez de polemizar sobre o texto, enfatizou que o chefe do Executivo é aquele oficialmente declarado eleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para ele, a oposição deve fiscalizar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e cobrar resultados na economia, dentro das instituições democráticas.
Flávio Bolsonaro se apresenta como “o líder do Brasil” e escreve que trouxe a família para os Estados Unidos, onde, segundo ele, está em segurança. Afirma que vai liderar a oposição a partir de lá e pede às instituições brasileiras que restabeleçam o equilíbrio entre os Poderes, e à comunidade internacional que não normalize o que acontece no Brasil.
