Disputas judiciais marcam preparativos para eleições de meio de mandato nos EUA
Governo Trump contesta regras eleitorais e listas de votantes em diversos estados, gerando impasses jurídicos antes das eleições de 2026.
Pontos principais
- O governo Trump contesta listas de eleitores e regras de votação em vários estados sem apresentar provas de fraude.
- Juiz federal na Califórnia negou pedido do Departamento de Justiça para excluir 20 mil eleitores suspeitos.
- Secretário de Estado de Washington criticou a falta de confiabilidade das listas enviadas pelo governo federal.
- Carolina do Norte registra problemas em 4 mil votos por correio devido a novas diretrizes de envelopes.
- Governador do Alasca investiga denúncia de tentativa de confundir eleitores com uso de homônimos.
O cenário eleitoral para as eleições de meio de mandato de 2026 nos Estados Unidos enfrenta uma onda de contestações judiciais lideradas pelo governo Trump. O Departamento de Justiça tem buscado a exclusão de milhares de eleitores em estados como a Califórnia, sob a alegação de irregularidades, mas a medida tem encontrado resistência no Judiciário e críticas de autoridades locais. Em Washington, o Secretário de Estado Steve Hobbs classificou as listas federais como não confiáveis, destacando o impacto negativo dessas ações na organização do pleito.
Além das disputas sobre o registro de eleitores, outros estados enfrentam desafios logísticos e éticos. Na Carolina do Norte, novas diretrizes para o envio de votos por correio resultaram em milhares de cédulas sinalizadas com problemas. Paralelamente, no Alasca, o governador Mike Dunleavy ordenou uma investigação sobre alegações de manipulação eleitoral envolvendo o uso de homônimos para confundir o eleitorado. Tais episódios elevam a tensão política e levantam preocupações sobre a integridade e a confiança no processo de votação.
