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Boeing reduz prejuízo para US$ 116 milhões no terceiro trimestre de 2026

A Boeing reportou um prejuízo líquido de US$ 116 milhões no 3º trimestre de 2026, uma melhora significativa frente à perda de US$ 5,34 bilhões em 2025.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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27/10 às 09:45, atualizado 11:15

Pontos principais

  • A receita da Boeing atingiu US$ 24,19 bilhões no terceiro trimestre de 2026, um crescimento de 4%.
  • O prejuízo líquido de US$ 116 milhões representa uma redução expressiva ante os US$ 5,34 bilhões do ano anterior.
  • A divisão de Defesa, Espaço e Segurança registrou alta de 15% na receita, totalizando US$ 7,94 bilhões.
  • A receita da divisão de aviação comercial recuou 3%, para US$ 10,72 bilhões, com margem operacional negativa de 6,5%.
  • A carteira de pedidos da companhia alcançou o recorde de US$ 745 bilhões, com mais de 6.300 aeronaves encomendadas.
  • A Administração Federal de Aviação (FAA) aprovou o modelo 737 Max 10, concluindo as certificações da linha Max.
  • A Marinha dos Estados Unidos selecionou a Boeing para o desenvolvimento de seu caça de próxima geração.

A Boeing reportou um prejuízo líquido de US$ 116 milhões no terceiro trimestre de 2026, conforme dados divulgados pela companhia. O resultado representa uma redução expressiva em comparação ao prejuízo de US$ 5,34 bilhões registrado no mesmo período de 2025. Apesar da perda, a receita da empresa cresceu 4% na comparação anual, atingindo US$ 24,19 bilhões, impulsionada principalmente pelo desempenho do setor de Defesa, Espaço e Segurança.

O segmento de defesa apresentou alta de 15% na receita, alcançando US$ 7,94 bilhões, beneficiado pela seleção da Boeing pela Marinha dos Estados Unidos para o desenvolvimento de seu caça de próxima geração. Em contrapartida, a divisão de aviação comercial enfrentou desafios operacionais, registrando uma queda de 3% na receita, para US$ 10,72 bilhões, e uma margem operacional negativa de 6,5%. A empresa busca estabilizar sua produção após a FAA aprovar o modelo 737 Max 10, concluindo as certificações da linha Max.

Atualmente, a Boeing mantém uma carteira de pedidos recorde de US$ 745 bilhões, composta por mais de 6.300 aeronaves. Embora tenha superado as expectativas de receita, a companhia ainda lida com uma dívida líquida de US$ 25,2 bilhões e pressões sobre suas margens. A gestão segue focada em otimizar a eficiência produtiva enquanto gerencia os desafios financeiros que impactaram seus resultados recentes.

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