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Lula avalia nomear Alckmin para o Ministério da Fazenda

O presidente Lula estuda indicar o vice-presidente Geraldo Alckmin para o comando da Fazenda em seu quarto mandato para reforçar a credibilidade fiscal do governo.

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Foto: Times Brasil
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26/10 às 12:45, atualizado 17:02

Pontos principais

  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera nomear Geraldo Alckmin para o Ministério da Fazenda a partir de 2027.
  • A proposta visa fortalecer a credibilidade fiscal e atrair eleitores de centro após o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
  • O plano prevê que Alckmin acumule o cargo de ministro com a vice-presidência da República.
  • O governador do Piauí, Rafael Fonteles, também é citado em bastidores como um dos nomes cotados para a pasta econômica.
  • A movimentação ocorre em um cenário de instabilidade no mercado financeiro, com forte queda no Ibovespa e alta do dólar.
  • Fonteles declarou publicamente que não tratou com Lula sobre assumir cargos no governo e que pretende seguir no mandato estadual.
  • A Presidência da República não respondeu aos pedidos de comentário sobre as deliberações, que seguem em caráter privado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia a possibilidade de nomear o vice-presidente Geraldo Alckmin para o comando do Ministério da Fazenda em seu quarto mandato, que se inicia em 2027. Segundo duas fontes com conhecimento das discussões, a estratégia busca ampliar a credibilidade fiscal do governo e atrair o eleitorado de centro, em um movimento motivado pelo desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro no primeiro turno. A proposta em análise prevê que Alckmin acumule a chefia da pasta econômica com as funções de vice-presidente.

Paralelamente, o nome do governador do Piauí, Rafael Fonteles, tem ganhado força nos bastidores como alternativa para a equipe econômica de Lula. Embora aliados indiquem que o presidente tenha interesse na nomeação de Fonteles, o governador negou ter discutido o tema com o Planalto e afirmou que não pretende deixar seu cargo estadual. A definição do novo ministro ocorre em um momento de volatilidade no mercado financeiro, marcado por quedas expressivas no Ibovespa e pressão sobre a cotação do dólar após o segundo turno das eleições.

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