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Melania Trump negocia cessar-fogo em Oleshky para ajuda humanitária

A primeira-dama dos EUA mediou um cessar-fogo na cidade ucraniana de Oleshky, com início em 29 de outubro, para permitir a entrada de ajuda humanitária e a evacuação de civis.

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Foto: G1 Mundo
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23/10 às 11:15, atualizado 13:45

Pontos principais

  • O cessar-fogo em Oleshky foi garantido por Melania Trump, que atuou como intermediária exclusiva.
  • A trégua tem início programado para o dia 29 de outubro na cidade ocupada pela Rússia.
  • O objetivo central é permitir a entrada de ajuda humanitária e a evacuação segura de civis.
  • Oleshky abriga entre 1.700 e 2.000 pessoas, a maioria idosos, após danos causados pela barragem de Kakhovka.
  • Líderes civis de ambos os lados avaliarão as necessidades locais e acompanharão o processo de evacuação.
  • O acordo prevê que famílias escolham entre se deslocar para a Rússia ou para a Ucrânia.
  • A primeira-dama descreveu a situação na cidade como estando à beira de um desastre humanitário.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, garantiu um cessar-fogo temporário na cidade ucraniana de Oleshky, conforme comunicado oficial da Casa Branca divulgado em 23 de outubro. Atuando como intermediária exclusiva, a primeira-dama negociou diretamente com lideranças russas e ucranianas para suspender as ações militares na região. A medida visa viabilizar a entrada de ajuda humanitária e estabelecer um corredor seguro para a evacuação de civis a partir do dia 29 de outubro, com a primeira-dama ressaltando que a situação local está à beira de um desastre.

A cidade de Oleshky, que enfrenta uma grave crise humanitária desde a destruição da barragem de Kakhovka, abriga atualmente entre 1.700 e 2.000 moradores, majoritariamente idosos. Segundo o plano estabelecido, líderes civis não militares de ambos os países coordenarão a assistência local, permitindo que as famílias escolham seu destino final entre a Rússia ou a Ucrânia. O processo contará com o acompanhamento da imprensa para garantir a transparência da escolha dos civis e a eficácia da operação de socorro, que terá início na próxima quinta-feira.

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