Ibovespa sobe 0,47% e dólar fecha abaixo de R$ 5 antes do 2º turno
O mercado financeiro brasileiro encerrou o último pregão antes do segundo turno das eleições com otimismo, apesar das tensões geopolíticas globais.
Pontos principais
- O Ibovespa fechou em alta de 0,47%, atingindo 205.082,56 pontos.
- O dólar comercial recuou 0,92%, encerrando o dia cotado a R$ 4,9931.
- O IPCA-15 de outubro subiu 0,32%, resultado abaixo das expectativas de mercado.
- Ações de grandes empresas como Petrobras, Vale e bancos registraram valorização.
- O petróleo Brent subiu 3,13%, cotado a US$ 116,72, devido a tensões no Oriente Médio.
- Investidores ajustaram posições antes da votação presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
O mercado financeiro brasileiro encerrou o último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais com um movimento de valorização dos ativos domésticos. O Ibovespa fechou o dia com alta de 0,47%, aos 205.082,56 pontos, enquanto o dólar comercial recuou 0,92%, sendo cotado a R$ 4,9931. O desempenho contrariou a tendência negativa observada em bolsas internacionais, como o Dow Jones e o Nasdaq, que registraram quedas no mesmo período.
O cenário econômico interno foi marcado pela divulgação do IPCA-15 de outubro, que apresentou alta de 0,32%, ficando abaixo da expectativa de 0,37% dos analistas. Esse dado, somado às expectativas políticas em torno da gestão de estatais, impulsionou papéis de empresas como Petrobras, Vale e grandes bancos. O movimento reflete o ajuste de posições de investidores que buscam reduzir riscos antes da definição do pleito presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
No âmbito externo, o ambiente permanece pressionado por tensões geopolíticas, especialmente no Oriente Médio. O preço do petróleo Brent avançou 3,13%, atingindo US$ 116,72, impulsionado por conflitos no Estreito de Ormuz e ataques na região. Paralelamente, o dólar globalmente apresentou força frente a outras moedas, influenciado pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano e pela expectativa de novas diretrizes de política monetária pelo Federal Reserve.
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