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PF encontra compartimento oculto em hangar de Willer Tomaz, sem dinheiro

A Polícia Federal encontrou em hangar do Aeroporto de Brasília, ligado ao advogado Willer Tomaz, um compartimento estruturado para guardar valores, sem dinheiro em espécie, e pediu perícia para identificar quem o usava.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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21/10 às 22:15, atualizado 22/10 às 00:00

Pontos principais

  • Busca de 7 de agosto, com autorização do STF, nos hangares 36 e 37 da área executiva do aeroporto, ocupados por duas empresas do advogado.
  • Quatro aeronaves apreendidas: um Robinson R66 (2012), um Cessna 550 Bravo (2001), um Helibras AS 350 B2 (2007) e um Cessna de 2000. Ficaram nos hangares sob guarda de uma funcionária da empresa.
  • Após a diligência, a PF recebeu denúncia anônima sobre um compartimento escondido e voltou ao hangar às 15h.
  • A equipe superou um obstáculo de madeira e encontrou uma porta metálica aparentemente blindada, que dava acesso ao compartimento.
  • A PF copiou listas de passageiros e diários de bordo das aeronaves, ainda em análise, e diz que precisa verificar se houve retirada de valores no intervalo entre a primeira visita e o retorno.

A Polícia Federal encontrou um compartimento oculto em hangar do Aeroporto de Brasília, ligado ao advogado Willer Tomaz. Segundo a PF, não havia dinheiro em espécie, mas o espaço tinha malas vazias para grandes volumes de cédulas e uma máquina de contagem.

Para a PF, esses elementos indicam o uso das aeronaves do advogado no transporte de dinheiro vivo. Willer Tomaz diz que a sala serve a empresas de transporte de valores e chama de 'fantasiosa e ridícula' a tese de que guardava recursos não declarados.

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