Diretor da Coinbase alerta sobre regulação de stablecoins no Brasil
Executivo da Coinbase aponta que excesso de regulação do Banco Central pode frear a inovação e o mercado de stablecoins no país.
Pontos principais
- Coinbase planeja solicitar autorização ao Banco Central para atuar como intermediária de criptoativos.
- A empresa pretende utilizar sua estrutura global de custódia sediada no exterior para atender clientes locais.
- O prazo final para empresas de criptoativos solicitarem autorização ao Banco Central encerra em 30 de outubro.
- A Revolut anunciou o encerramento definitivo de seus serviços de criptoativos para usuários brasileiros.
- A startup Mural captou US$ 15 milhões em rodada liderada pela Tether com foco em expansão no Brasil.
O diretor regional da Coinbase, Fabio Plein, manifestou preocupação com o impacto das novas diretrizes do Banco Central para o setor de criptoativos no Brasil. Segundo o executivo, um cenário de regulação excessiva pode desestimular a inovação e prejudicar o desenvolvimento do mercado de stablecoins, que tem atraído investimentos significativos, como o recente aporte de US$ 15 milhões na startup Mural.
Em meio ao prazo final de 30 de outubro para que empresas do setor solicitem autorização de funcionamento, o mercado enfrenta movimentos distintos. Enquanto a Coinbase prepara seu pedido utilizando uma estrutura global de custódia, a Revolut optou por encerrar seus serviços de criptoativos no país. O setor aguarda definições claras para equilibrar segurança jurídica e competitividade tecnológica.
