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Negociação de stablecoins atreladas ao dólar bate recorde no Brasil

O volume de stablecoins como USDT e USDC atingiu R$ 31,4 bilhões em julho de 2026, impulsionado pela busca por reserva de valor e dolarização.

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Foto: InvestNews
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04/08 às 08:03

Pontos principais

  • O volume de negociações de stablecoins dobrou em relação a junho e triplicou na comparação anual.
  • A USDT liderou o mercado com R$ 21,3 bilhões movimentados, seguida pela USDC com R$ 10,1 bilhões.
  • Investidores utilizam esses ativos para manter exposição ao mercado cripto e facilitar remessas internacionais.
  • Especialistas alertam para riscos relacionados à solidez dos emissores e possíveis mudanças regulatórias no setor.

O mercado brasileiro de stablecoins atreladas ao dólar registrou um volume recorde de R$ 31,4 bilhões em julho de 2026, consolidando esses ativos como uma ferramenta central para investidores locais. O crescimento expressivo, que triplicou em relação ao mesmo período do ano anterior, reflete a busca por estratégias de dolarização do patrimônio e a facilitação de remessas internacionais com custos reduzidos. A USDT manteve a liderança nas movimentações, seguida pela USDC, evidenciando a preferência por ativos que permitem exposição ao mercado cripto sem a necessidade de conversão imediata para moeda fiduciária. Apesar da alta demanda, analistas reforçam que a estratégia exige cautela, destacando que a segurança do investimento depende diretamente da qualidade das reservas mantidas pelos emissores e da evolução do ambiente regulatório para criptoativos no país.

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