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CEO da Nvidia descarta excesso de oferta de memória até 2029

Jensen Huang afirma que demanda por chips continuará alta e aponta que restrições dos EUA aceleraram o avanço tecnológico da China no setor.

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Foto: Cnbc
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22/10 às 16:45, atualizado 23/10 às 09:11

Pontos principais

  • Jensen Huang nega risco de superoferta de memória no mercado até 2029.
  • O CEO da Nvidia destacou que a empresa manterá alta demanda por componentes, incluindo o padrão LPDDR.
  • Huang avaliou que as restrições de exportação dos EUA impulsionaram a capacidade de fabricação de chips na China.
  • O executivo sinalizou abertura para parcerias com a chinesa ChangXin Memory Technologies.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afastou preocupações do mercado sobre um possível excesso de oferta de memória nos próximos anos. Em declarações recentes, o executivo afirmou que não prevê um cenário de saturação até 2029, ressaltando que a demanda por componentes de alto desempenho, como o padrão LPDDR, permanece em trajetória de crescimento constante. A fala de Huang surge em um momento de volatilidade para as fabricantes do setor, que enfrentaram quedas recentes nas ações após especulações sobre uma desaceleração na demanda global.

Além da perspectiva de mercado, Huang comentou sobre o impacto das políticas comerciais entre Washington e Pequim. Segundo o executivo, as restrições de exportação impostas pelos Estados Unidos acabaram por acelerar o desenvolvimento tecnológico e a nacionalização da produção de semicondutores na China. Diante desse cenário de avanço local, o CEO da Nvidia indicou que a empresa está aberta a explorar parcerias estratégicas com fabricantes chinesas, como a ChangXin Memory Technologies.

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