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Candidatos derrotados definem apoios para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula

Os dez candidatos eliminados no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 oficializaram seus posicionamentos para a reta final da disputa.

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Foto: G1 Política
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22/10 às 19:15, atualizado 19:32

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro obteve o apoio de Clariana Barão, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Wilson Grassi.
  • Augusto Cury, terceiro no primeiro turno, apoia Flávio Bolsonaro com base em termo de compromisso que o senador assinou em Brasília, em 8 de outubro.
  • Cury escreve que seu voto de confiança “não constitui um cheque em branco” e que o acordo foi feito “sem qualquer troca de cargos, vantagens pessoais”.
  • Caso seja eleito, Flávio se compromete a defender o fim da reeleição presidencial por reforma constitucional e a governar sem “vingança, rancor, perseguição ou ressentimento político”.
  • Lula recebeu o suporte de Edmilson Costa, Hertz Dias e Samara Martins.
  • Rui Costa Pimenta orientou voto nulo, enquanto Renan Santos liberou seus eleitores.
  • Pesquisas Datafolha e Quaest indicam empate técnico entre os dois candidatos no segundo turno.
  • O pleito decisivo está marcado para o próximo domingo, dia 25 de outubro.

Os dez candidatos que não avançaram para a etapa final das eleições presidenciais de 2026 definiram seus apoios para o segundo turno, que será disputado entre Flávio Bolsonaro e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo de apoio a Flávio Bolsonaro inclui nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Clariana Barão e Wilson Grassi. Já a candidatura de Lula conta com o respaldo de Edmilson Costa, Hertz Dias e Samara Martins. Entre os demais, Rui Costa Pimenta orientou seus eleitores a votarem nulo, enquanto Renan Santos optou por liberar seus apoiadores para escolherem o candidato de sua preferência.

Cury, terceiro no primeiro turno, apoia Flávio com base em termo de compromisso que o senador assinou em Brasília, em 8 de outubro. Cury escreve que sua confiança “não constitui um cheque em branco” e está condicionada ao cumprimento dos compromissos, à responsabilidade fiscal e ao respeito às instituições democráticas.

A definição dos apoios ocorre em um cenário de alta competitividade, com as pesquisas mais recentes apontando um cenário de empate técnico. Levantamentos do Datafolha e da Quaest mostram que, nos votos válidos, ambos os candidatos possuem 50% das intenções de voto. Com a votação marcada para o próximo domingo, dia 25 de outubro, a disputa segue acirrada, com as campanhas focando na conquista dos eleitores indecisos e na consolidação de suas bases para a reta final do pleito.

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