Ações de varejo e construção disparam após primeiro turno de 2026
Papéis como Magazine Luiza e MRV lideram ganhos na Bolsa com a queda dos juros futuros e novas expectativas políticas.
Pontos principais
- Magazine Luiza registrou alta de 71,35% entre 2 e 21 de outubro de 2026.
- Empresas como MRV, Smart Fit, C&A e Vamos também apresentaram valorizações expressivas no período.
- O rali foi sustentado pela queda dos juros futuros e pela reavaliação de cenários econômicos.
- O Ibovespa recuou 0,86% em 21 de outubro após pesquisa Quaest apontar empate técnico entre os candidatos à presidência.
- Analistas alertam para possível realização de lucros devido à sobrecompra técnica de alguns ativos.
As ações de empresas brasileiras com forte exposição ao mercado doméstico registraram valorizações expressivas após o primeiro turno das eleições de 2026. A Magazine Luiza liderou o movimento com uma alta de 71,35% entre os dias 2 e 21 de outubro, acompanhada por ganhos relevantes em papéis como MRV, Smart Fit, C&A e Vamos. O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pela queda dos juros futuros e por uma reavaliação das perspectivas econômicas do país.
Apesar do otimismo recente, o mercado demonstrou cautela no dia 21 de outubro, quando o Ibovespa recuou 0,86% após uma pesquisa Quaest indicar um empate técnico entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Analistas técnicos também alertam que indicadores como o IFR sugerem que ativos como Magazine Luiza e MRV estão em zona de sobrecompra, o que pode elevar a volatilidade e incentivar a realização de lucros por parte dos investidores no curto prazo.
