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Setor de bens de capital enfrenta resultados desiguais no 3T26

Analistas projetam desempenho heterogêneo para empresas como WEG, Embraer e Marcopolo na temporada de balanços do terceiro trimestre de 2026.

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Foto: InfoMoney
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20/10 às 15:15

Pontos principais

  • WEG deve registrar crescimento de receita, apesar da pressão de custos com matérias-primas.
  • Embraer mantém projeções positivas com foco no cumprimento do guidance de 2026.
  • Marcopolo enfrenta queda estimada de receita e margens pressionadas pela falta de incentivos estatais.
  • Setor de bens de capital opera em ambiente desafiador no Brasil segundo XP e Bradesco BBI.

A temporada de balanços do terceiro trimestre de 2026 revela um cenário operacional complexo para o setor de bens de capital no Brasil. Relatórios da XP e do Bradesco BBI indicam que, enquanto empresas como a WEG buscam expansão de receita mesmo diante de custos elevados, outros players enfrentam dificuldades estruturais significativas. A Embraer segue como um ponto de otimismo, concentrando esforços para atingir suas metas anuais de produção e entrega de aeronaves.

Por outro lado, a Marcopolo é apontada como um destaque negativo para o período, impactada pela ausência de programas governamentais que sustentavam suas margens anteriormente. O mercado também monitora de perto companhias como Intelbras, que deve apresentar números sólidos, enquanto Randoncorp, Fras-le, Iochpe-Maxion, Tupy e Mahle Metal Leve lidam com dinâmicas cambiais e de mercado distintas que influenciam diretamente seus resultados financeiros.

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