Daily Journal
Daily Journal

Radar corporativo traz balanços do 2º trimestre e mudanças na B3

Empresas como BTG Pactual, JBS, Grupo SBF e São Martinho divulgam resultados financeiros enquanto o mercado acompanha novas emissões e ajustes.

Daily Journal
Foto: InfoMoney
||
11/08 às 09:15 · atualizado 10:45

Pontos principais

  • BTG Pactual, JBS, Itaúsa, Natura, JSL, Movida, Grupo SBF, São Martinho, Terra Santa e Ferbasa reportaram seus resultados financeiros do 2T26.
  • A Fleury aprovou a emissão de R$ 1,83 bilhão em debêntures, e a Orizon oficializou um desdobramento de ações na proporção de 1 para 4.
  • A Taesa recebeu licença ambiental para o projeto Juruá, viabilizando o início das obras de infraestrutura em São Paulo.
  • O Grupo SBF registrou lucro líquido de R$ 130,5 milhões, alta de 180,9%, enquanto a São Martinho teve queda de 39,3% no lucro trimestral.
  • A Cobas Asset Management ampliou sua participação na Brava Energia para 3,27% do capital social da companhia.

O radar corporativo desta terça-feira é marcado pela intensa divulgação de resultados financeiros do segundo trimestre de 2026, envolvendo diversas companhias listadas na B3. Entre os destaques, o Grupo SBF reportou lucro líquido de R$ 130,5 milhões, um avanço de 180,9% na comparação anual. Em contrapartida, a São Martinho registrou lucro de R$ 38,1 milhões no primeiro trimestre da safra 2026/27, queda de 39,3%, enquanto a Terra Santa apresentou prejuízo de R$ 12,6 milhões e a Ferbasa reverteu resultados negativos anteriores, alcançando lucro de R$ 4,5 milhões. Esses números se somam aos balanços já divulgados por gigantes como BTG Pactual, JBS e Itaúsa.

Além dos resultados operacionais, o mercado reage a movimentações estratégicas e ajustes societários. A Fleury aprovou a emissão de R$ 1,83 bilhão em debêntures, enquanto a Orizon oficializou um desdobramento de ações na proporção de 1 para 4. No setor de infraestrutura, a Taesa obteve licença ambiental para o projeto Juruá, em Barra Bonita (SP). O cenário reflete a tentativa das empresas de manterem a atratividade perante investidores em um ambiente de volatilidade, marcado por incertezas fiscais e juros elevados que impactam as projeções macroeconômicas para o mercado brasileiro.

Tópicos relacionados

Comentários

Carregando comentários...