Trump suspende sanções sobre energia russa e gera crise política
A decisão de Donald Trump de aliviar restrições à energia russa provoca críticas de parlamentares republicanos e do governo ucraniano.
Pontos principais
- Trump suspendeu novas sanções e tarifas sobre compradores de energia russa previstas na Lei Graham.
- A administração flexibilizou exportações de diesel russo para tentar reduzir preços internos nos EUA.
- O secretário de Energia, Chris Wright, defendeu a medida como um incentivo para a redução do conflito na Ucrânia.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou publicamente os novos acordos energéticos.
- Parlamentares republicanos, como Darline Graham e Thom Tillis, manifestaram forte desaprovação à política.
O presidente Donald Trump suspendeu a aplicação de novas sanções e tarifas sobre a energia russa que deveriam entrar em vigor sob a Lei Graham. A medida, que também flexibiliza a exportação de diesel russo, foi justificada pelo secretário de Energia, Chris Wright, como uma estratégia para incentivar a desescalada do conflito na Ucrânia. O governo americano anunciou ainda que revisará a implementação da legislação por 60 dias para avaliar os impactos econômicos internos.
A decisão gerou forte reação negativa de parlamentares republicanos e do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Enquanto críticos apontam um retrocesso na postura diplomática, Trump rebateu as queixas de Kiev citando ataques ucranianos a refinarias russas. O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou que a administração manterá o monitoramento da situação enquanto busca equilibrar as metas de preços internos antes das eleições de meio de mandato.
