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UBS eleva recomendação da Bolsa brasileira para atrativa

O UBS Wealth Management projeta alta de 25% para o mercado brasileiro, apostando em mudanças na política econômica após o primeiro turno eleitoral.

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Foto: InfoMoney
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15/10 às 16:15, atualizado 17:32

Pontos principais

  • UBS Wealth Management alterou a recomendação de ações brasileiras de neutra para atrativa.
  • A projeção de alta de 25% está condicionada à credibilidade fiscal e à formação de uma equipe econômica bem vista pelo mercado.
  • O banco rebaixou a recomendação de títulos pós-fixados de neutra para não atrativa.
  • Goldman Sachs estima que o Ibovespa pode chegar a 225 mil pontos com reformas fiscais.
  • UBS BB elevou o preço-alvo da B3 para R$ 26,50, citando aumento no volume financeiro diário.

O UBS Wealth Management elevou a recomendação para as ações brasileiras de neutra para atrativa, projetando um potencial de valorização de 25%. A tese de investimento do banco baseia-se na expectativa de expansão de múltiplos e crescimento de lucros, impulsionada por uma possível guinada na política econômica após o primeiro turno das eleições. Para que essa reprecificação seja duradoura, a instituição financeira destaca a necessidade de manutenção da credibilidade fiscal, a nomeação de uma equipe econômica bem recebida pelos investidores e a implementação efetiva de reformas estruturais.

O otimismo do mercado é compartilhado por outras instituições, como o Goldman Sachs, que avalia que o Ibovespa pode atingir 225 mil pontos caso o cenário pós-eleitoral se traduza em medidas pró-mercado. Paralelamente, o UBS BB revisou para cima o preço-alvo das ações da B3, fixando-o em R$ 26,50, amparado pelo aumento nos volumes negociados e pela perspectiva de queda na taxa Selic. O UBS projeta que a trajetória de juros mais baixos deve beneficiar setores domésticos, como o financeiro, construção e serviços públicos, consolidando um ambiente favorável para a continuidade do rali na Bolsa brasileira.

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