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EUA avaliam uso da bomba GBU-43/B em possíveis ataques ao Irã

Pentágono desenvolveu planos de ataque ao Irã que incluem a maior bomba não nuclear do arsenal americano, caso o presidente Trump ordene a ação.

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Foto: Times Brasil
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15/10 às 12:45, atualizado 15:03

Pontos principais

  • O Pentágono elaborou planos de ataque contra instalações nucleares e infraestrutura energética do Irã.
  • A estratégia inclui o uso da bomba GBU-43/B, conhecida como 'mãe de todas as bombas', com 9,8 toneladas.
  • Autoridades militares dos EUA expressaram dúvidas sobre a eficácia da arma contra alvos subterrâneos.
  • O presidente Donald Trump afirmou que não ordenará operações militares antes das eleições de meio de mandato.
  • Teerã declarou que manterá suas capacidades defensivas e diplomáticas em resposta às ameaças americanas.

As Forças Armadas dos Estados Unidos desenvolveram novos planos de ataque contra o Irã que contemplam o uso da GBU-43/B, a maior bomba não nuclear do arsenal americano. Segundo fontes ouvidas pela CNN, a estratégia visa atingir instalações nucleares e infraestrutura energética iraniana, caso o presidente Donald Trump determine a retomada de operações de combate. A arma, que pesa cerca de 9,8 toneladas e possui potência equivalente a 11 toneladas de TNT, foi utilizada anteriormente pelos EUA no Afeganistão em 2017.

Apesar da elaboração dos planos, autoridades militares americanas manifestaram ceticismo quanto à eficácia da bomba para atingir alvos estratégicos, especialmente instalações subterrâneas. Fontes do setor de defesa descreveram a GBU-43/B como uma ferramenta de impacto psicológico e operacional para grandes áreas, mas não como a solução ideal para alvos fortificados. O presidente Trump descartou qualquer ofensiva militar antes das eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro.

Em resposta ao cenário de tensão, o governo do Irã reforçou a proteção de suas instalações críticas. O oficial Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que Teerã continuará utilizando suas capacidades militares, defensivas e diplomáticas para pressionar os Estados Unidos. O clima de instabilidade na região é agravado por outros incidentes recentes, incluindo ataques de grupos houthis contra a Arábia Saudita e o naufrágio de um navio no Estreito de Ormuz.

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