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Taxas do Tesouro Direto sobem em 14 de outubro, puxadas pelos prefixados

No Brasil, as taxas de compra dos títulos do Tesouro Direto subiram até 0,21 ponto percentual na coleta de 14 de outubro, puxadas pelos prefixados.

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Foto: InvestNews
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15/10 às 11:45, atualizado 18:32

Pontos principais

  • Taxas de compra do Tesouro Direto subiram na coleta de 14 de outubro, em relação a 13 de outubro.
  • Tesouro Prefixado 2032: de 12,51% para 12,72% ao ano. Prefixado 2031: de 12,43% para 12,62%. Prefixado 2029: de 12,40% para 12,54%.
  • Prefixado com juros semestrais de 2037: de 12,50% para 12,71%, alta de 0,21 ponto percentual.
  • Tesouro IPCA+ com vencimento em 2035: de 6,69% para 6,74% (taxa real). Tesouro IPCA+ de 2050: de 6,57% para 6,62%.
  • Tesouro Selic 2031 ficou em 0,09%, sem variação.
  • O Tesouro Nacional registra taxas até a data-base de 14 de outubro, sem taxas de 15 de outubro.
  • Pesquisas Quaest e Indexa/Broadcast mostram empate técnico no segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, marcado para 25 de outubro.

No Brasil, as taxas indicativas de compra dos títulos ofertados pelo Tesouro Direto subiram na coleta da manhã de 14 de outubro, em relação a 13. Os prefixados lideraram a alta: o Tesouro Prefixado com vencimento em 1º de janeiro de 2032 foi de 12,51% para 12,72% ao ano, o de 2031 foi de 12,43% para 12,62% e o de 2029 foi de 12,40% para 12,54%. O prefixado com juros semestrais de 2037 foi de 12,50% para 12,71%.

Os títulos indexados ao IPCA subiram menos. O IPCA+ com vencimento em 15 de maio de 2035 foi de 6,69% para 6,74% de taxa real, e o IPCA+ de 2050 foi de 6,57% para 6,62%. O Tesouro Selic com vencimento em 2031 ficou em 0,09%.

O Tesouro Nacional registra taxas até a data-base de 14 de outubro e ainda não publicou taxas de 15 de outubro. Pesquisas Quaest e Indexa/Broadcast apontam empate técnico no segundo turno entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro, marcado para 25 de outubro.

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