El Niño de 2026 registra segundo maior aquecimento desde 1950
O fenômeno climático atingiu recordes de temperatura no Oceano Pacífico, alterando padrões globais de chuva e temperatura.
Pontos principais
- A anomalia na região Niño 3.4 chegou a +2,08°C em setembro de 2026.
- Monitoramento de outubro indicou aquecimento de +2,4°C na mesma região.
- A região Niño 1+2 registrou +4,5°C no final de setembro, a segunda maior marca histórica.
- O fenômeno impacta diretamente a circulação atmosférica e o clima no Brasil.
O fenômeno El Niño de 2026 intensificou-se drasticamente no Oceano Pacífico, atingindo marcas históricas de temperatura. Em setembro, a região Niño 3.4 registrou uma anomalia de +2,08°C, o segundo maior valor para o mês desde o início da série histórica em 1950. Dados de monitoramento de outubro apontam que o aquecimento continuou a subir, alcançando +2,4°C na mesma área, enquanto a região Niño 1+2 chegou a +4,5°C no final de setembro.
Essas variações térmicas extremas alteram significativamente a circulação atmosférica global. Como consequência, o fenômeno modifica os padrões de chuva e temperatura em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil. Especialistas alertam que a persistência desses níveis elevados de aquecimento nas águas do Pacífico pode trazer impactos climáticos severos nos próximos meses, exigindo atenção redobrada para o monitoramento meteorológico.
