Campanha de Flávio Bolsonaro nega privatização de estatais
A equipe do senador descartou a venda da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, prometendo foco em programas sociais e ajuste fiscal.
Pontos principais
- A campanha de Flávio Bolsonaro negou planos de privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
- O coordenador econômico Adolfo Sachsida prometeu fortalecer programas sociais e reduzir a burocracia.
- A proposta de ajuste fiscal da campanha foca na redução de ministérios e de salários elevados no setor público.
- Sachsida refutou reportagens sobre possíveis cortes de R$ 250 bilhões em benefícios previdenciários.
A campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro negou a existência de planos para a privatização de empresas estatais. Em comunicado oficial, a equipe afirmou que não há intenção de vender a Petrobras, o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal em um eventual governo, buscando dissipar incertezas sobre a condução econômica da chapa.
O coordenador econômico Adolfo Sachsida reforçou que o foco da gestão será o fortalecimento de programas sociais, como o Bolsa Família e o BPC, aliados a uma agenda de redução de impostos. Segundo a campanha, o ajuste fiscal pretendido priorizará a diminuição do número de ministérios e o corte de salários elevados no funcionalismo público, refutando especulações sobre cortes drásticos em benefícios previdenciários e gastos obrigatórios.
