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Campanha de Flávio Bolsonaro nega privatização de estatais

A equipe do senador descartou a venda da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, prometendo foco em programas sociais e ajuste fiscal.

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Foto: InfoMoney
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08/10 às 10:15, atualizado 10:45

Pontos principais

  • A campanha de Flávio Bolsonaro negou planos de privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
  • O coordenador econômico Adolfo Sachsida prometeu fortalecer programas sociais e reduzir a burocracia.
  • A proposta de ajuste fiscal da campanha foca na redução de ministérios e de salários elevados no setor público.
  • Sachsida refutou reportagens sobre possíveis cortes de R$ 250 bilhões em benefícios previdenciários.

A campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro negou a existência de planos para a privatização de empresas estatais. Em comunicado oficial, a equipe afirmou que não há intenção de vender a Petrobras, o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal em um eventual governo, buscando dissipar incertezas sobre a condução econômica da chapa.

O coordenador econômico Adolfo Sachsida reforçou que o foco da gestão será o fortalecimento de programas sociais, como o Bolsa Família e o BPC, aliados a uma agenda de redução de impostos. Segundo a campanha, o ajuste fiscal pretendido priorizará a diminuição do número de ministérios e o corte de salários elevados no funcionalismo público, refutando especulações sobre cortes drásticos em benefícios previdenciários e gastos obrigatórios.

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