Stripe bloqueia arrecadação de grupo pró-Palestina no Reino Unido
Sanções dos EUA impedem processador de pagamentos de viabilizar campanha jurídica da Palestine Action na Suprema Corte britânica.
Pontos principais
- A plataforma CrowdJustice recusou a campanha de financiamento coletivo da Palestine Action.
- O bloqueio foi motivado pelo uso da processadora americana Stripe, que segue sanções dos EUA.
- A Stripe proibiu transações vinculadas ao grupo, alegando restrições regulatórias.
- Os recursos seriam utilizados para custear uma disputa judicial contra a proibição do grupo no Reino Unido.
A plataforma de financiamento coletivo CrowdJustice bloqueou uma campanha de arrecadação destinada à Palestine Action, grupo ativista que pretendia contestar sua proibição legal na Suprema Corte do Reino Unido. A decisão ocorreu porque a plataforma utiliza a empresa americana Stripe como processadora de pagamentos, a qual se recusou a processar transações vinculadas ao grupo devido a sanções impostas pelos Estados Unidos.
A Stripe informou que não pode oferecer suporte a contas associadas à organização, citando restrições regulatórias que impedem operações financeiras com entidades sob sanção. O grupo pretendia utilizar os fundos arrecadados para cobrir custos processuais essenciais para o seu desafio jurídico no sistema judicial britânico, mas agora enfrenta dificuldades para viabilizar a captação de recursos online através de meios convencionais.
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