Flávio Bolsonaro critica promessa de Lula sobre canetas de emagrecimento
O senador Flávio Bolsonaro questionou a viabilidade da oferta de medicamentos para obesidade pelo SUS, comparando a medida a promessas não cumpridas.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro classificou a oferta de canetas emagrecedoras pelo SUS como uma promessa eleitoral inexequível.
- O senador apontou a falta de medicamentos básicos nas unidades de saúde como um problema prioritário sobre a nova proposta.
- O governo Lula anunciou a intenção de distribuir remédios para obesidade em setembro de 2024.
- O Ministério da Saúde solicitou à Conitec a análise para incorporação de medicamentos da classe GLP-1 ao sistema público.
- Um estudo piloto com 250 pacientes é realizado no Grupo Hospitalar Conceição para avaliar o tratamento da obesidade grave.
O senador Flávio Bolsonaro criticou publicamente a proposta do governo Lula de oferecer canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em entrevista, o parlamentar comparou a iniciativa à promessa da "picanha", argumentando que a medida é inviável e que a gestão atual deveria focar na regularização do fornecimento de medicamentos básicos nas unidades de saúde do país.
A proposta de inclusão de medicamentos da classe GLP-1 no SUS foi anunciada pelo presidente Lula em setembro de 2024, durante visita a uma unidade da Eurofarma. O Ministério da Saúde já protocolou o pedido de análise técnica junto à Conitec, enquanto um estudo piloto com 250 pacientes é conduzido no Grupo Hospitalar Conceição para avaliar a eficácia e a viabilidade do tratamento para obesidade grave na rede pública.
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