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SUS passará a ofertar canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade

O Ministério da Saúde anunciou a oferta gratuita de agonistas do receptor GLP-1 pelo SUS após resultados positivos em estudos clínicos.

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Foto: G1 Política
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18/09 às 10:31, atualizado 30/10 às 04:40

Pontos principais

  • O SUS distribuirá medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras.
  • A decisão foi motivada por resultados positivos em um estudo com 250 pacientes no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre.
  • O Ministério da Saúde trabalha na definição de protocolos clínicos para garantir a segurança e o acompanhamento médico dos pacientes.
  • A pesquisa avalia se o uso da medicação reduz a necessidade de cirurgias bariátricas e auxilia no controle de problemas cardíacos.
  • O estudo também investiga o impacto do fármaco na prevenção da reincidência de câncer de mama em pacientes com obesidade.
  • A implementação completa da medida depende de recomendações da Conitec, criação de protocolos e definição de orçamento.

O Ministério da Saúde anunciou que o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, para o tratamento da obesidade. A decisão fundamenta-se em resultados preliminares de um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, que acompanhou 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras morbidades. O governo federal confirmou que a distribuição será gratuita, visando integrar o tratamento ao rol de serviços públicos de saúde.

Para a implementação efetiva da medida, o Ministério da Saúde está estruturando protocolos clínicos rigorosos que visam garantir a segurança e o acompanhamento médico contínuo dos usuários. O projeto avalia se a medicação pode diminuir a demanda por cirurgias bariátricas e auxiliar no controle de complicações cardíacas, além de verificar seu papel na prevenção da reincidência de câncer de mama. Embora o anúncio tenha sido feito pelo governo, a incorporação definitiva ao sistema ainda depende de etapas técnicas, incluindo a recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e a definição da fonte de recursos orçamentários.

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