GPA pede homologação imediata de plano de recuperação extrajudicial
O GPA solicitou à Justiça a homologação urgente de seu plano de recuperação, rebatendo contestações de credores sobre a validade do quórum.
Pontos principais
- O GPA protocolou pedido de homologação imediata na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.
- A empresa refutou alegações da Casas Bahia sobre manipulação do quórum de aprovação do plano.
- O GPA sustenta que o quórum legal é mantido mesmo considerando os valores questionados pelos credores.
- A companhia negou irregularidades em conflito de interesses na venda de ações da FIC ao Itaú.
- A varejista alertou que o atraso na decisão judicial coloca em risco sua liquidez e a manutenção de 35 mil empregos.
O GPA formalizou um pedido à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo para que seu plano de recuperação extrajudicial seja homologado imediatamente. A varejista rebateu críticas de credores, como a Casas Bahia, que questionam a legitimidade do quórum de aprovação. Segundo a empresa, não houve omissão de dívidas para manipular os resultados e, mesmo com os ajustes sugeridos pelos contestantes, a margem legal exigida para a aprovação do plano permaneceria preservada.
Além de negar acusações de conflito de interesses na venda de ações da FIC, o GPA destacou que a demora no processo judicial pode comprometer sua liquidez financeira. A companhia ressaltou que a instabilidade impacta diretamente a operação e a segurança de cerca de 35 mil trabalhadores, conforme apontado pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo. A decisão agora aguarda análise do Judiciário para definir os próximos passos da reestruturação.
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