Aliados de Trump e Rubio articulam controle de ativos em Cuba
Aliados do governo americano buscam oportunidades de negócios e controle de ativos estratégicos antecipando uma possível queda do regime cubano.
Pontos principais
- Empresas estrangeiras estão retirando operações de Cuba por medo de sanções dos EUA.
- O secretário de Estado Marco Rubio reforçou a política de pressão máxima contra a ilha.
- Aliados políticos e lobistas se posicionam para gerir ativos em um cenário pós-regime.
- Consultorias cobram valores elevados para auxiliar clientes a navegar pelas sanções americanas.
Aliados do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio estão se posicionando para assumir o controle de ativos estratégicos em Cuba, antecipando uma possível instabilidade ou queda do atual regime. O movimento ocorre em meio a uma campanha de pressão econômica intensificada pelos Estados Unidos, que tem levado diversas empresas estrangeiras, incluindo redes hoteleiras e mineradoras, a abandonarem suas operações na ilha por receio de novas sanções secundárias.
Além da articulação política, lobistas e grupos de exilados cubanos estão oferecendo serviços de consultoria para clientes interessados em navegar pelo complexo cenário de sanções e preparar investimentos para um futuro cenário pós-regime. O secretário Marco Rubio reafirmou recentemente que a política externa americana não oferecerá válvulas de escape para o governo cubano, mantendo o rigor das medidas restritivas que fundamentam essa corrida por influência e ativos na região.
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