Petróleo sobe e crise no STF gera incerteza nos mercados brasileiros
Tensões geopolíticas elevam o preço do barril de petróleo, enquanto o afastamento da cúpula da Polícia Federal pelo STF pressiona o cenário interno.
Pontos principais
- O petróleo Brent aproxima-se da marca de US$ 100 devido a conflitos entre forças dos EUA e do Irã.
- Ministro André Mendonça determinou o afastamento da cúpula da Polícia Federal, decisão que a AGU tenta reverter no STF.
- A crise institucional no STF envolve investigações sobre o Banco Master e desvios no INSS.
- Pesquisas eleitorais indicam empate técnico entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro para o pleito de outubro.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, realiza giro pela América Latina para discutir acordos comerciais e petróleo.
Os mercados financeiros operam sob forte volatilidade nesta quarta-feira, pressionados por uma combinação de instabilidade geopolítica e crise institucional doméstica. No cenário externo, a escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã impulsionou o preço do petróleo Brent para patamares próximos a US$ 100 por barril, elevando preocupações sobre a inflação global. Paralelamente, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, iniciou uma agenda diplomática na América Latina focada em parcerias comerciais e no setor petrolífero venezuelano.
No Brasil, a decisão do ministro do STF, André Mendonça, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de inteligência, Leandro Almada, gerou um impasse jurídico. A Advocacia-Geral da União recorreu ao presidente da Corte, Edson Fachin, buscando reverter a medida, que está atrelada a investigações sobre o Banco Master e fraudes no INSS. O clima de incerteza é agravado pelo cenário eleitoral, com pesquisas apontando empate técnico entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro.
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