Patagônia argentina atrai interesse para construção de data centers
Clima frio, vastas áreas de terra e energia renovável tornam a Patagônia um novo polo estratégico para o setor de data centers na América Latina.
Pontos principais
- A região oferece temperaturas baixas ideais para o resfriamento natural de servidores.
- O regime de incentivos RIGI, do governo Milei, tem facilitado o aporte de capital estrangeiro.
- Empresas como OpenAI e Pampa Energia avaliam projetos na região.
- A Argentina busca competir com Chile e Uruguai na infraestrutura de dados.
A região da Patagônia, na Argentina, tornou-se um ponto de interesse para desenvolvedores de data centers e empresas de tecnologia. A combinação de clima frio, que reduz custos operacionais com refrigeração, vasta disponibilidade de terras e acesso a fontes de energia renovável posiciona a área como um destino estratégico para a expansão de infraestrutura digital. O interesse é impulsionado pelo regime de incentivos RIGI, implementado pelo governo de Javier Milei, que oferece estabilidade regulatória e benefícios fiscais para atrair investimentos estrangeiros. Projetos como os da Pampa Energia, em Neuquén, e o interesse de companhias como a OpenAI refletem o esforço do país em modernizar sua infraestrutura de dados. Diferente de outros mercados, a Argentina ainda não enfrenta forte resistência pública à instalação de parques de servidores, facilitando o avanço dos planos de expansão no setor.
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Cobertura da mídia
Frio e terras baratas: Como a Patagônia pode virar a bola da vez dos data centers?
InfoMoney • 8 set, 10:18
Argentina's Patagonia region is drawing interest from hyperscalers and data center developers due to its cold climate, expanses of land, and renewable energy (Leila Miller/Reuters)
Techmeme • 8 set, 05:56
