Casas Bahia pede proteção judicial contra corte de serviços essenciais
Varejista busca evitar interrupção de contratos de energia, telecomunicações e saúde após sofrer ameaças de fornecedores.
Pontos principais
- O Grupo Casas Bahia solicitou à Justiça a extensão da proteção judicial para contratos essenciais não incluídos no pedido inicial.
- A empresa relata ter recebido ameaças de fornecedores de suspender serviços como energia, gás, infraestrutura e telecomunicações.
- O pedido inclui a manutenção da assistência de saúde para colaboradores e ex-colaboradores da rede.
- A varejista solicitou a fixação de multas de até R$ 100 mil em caso de descumprimento da ordem judicial por parte dos prestadores.
- A companhia afirma que suas operações seguem normalmente enquanto conduz negociações individuais com os fornecedores.
O Grupo Casas Bahia protocolou um pedido à Justiça para garantir a continuidade de contratos essenciais que haviam ficado fora da relação inicial de sua recuperação judicial. A varejista justificou a medida após relatar ameaças de fornecedores de suspender serviços críticos, como energia elétrica, gás, infraestrutura e telecomunicações, além da assistência de saúde oferecida aos seus colaboradores. Segundo a empresa, a omissão desses contratos na documentação original ocorreu devido à urgência do processo. Para assegurar a manutenção das atividades, a companhia solicitou ao Judiciário a aplicação de multas, que podem chegar a R$ 100 mil por descumprimento. A rede reforçou que, apesar do impasse com prestadores de serviços, suas operações seguem funcionando normalmente e que as negociações estão sendo tratadas de forma individualizada com cada parceiro comercial.
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