Justiça suspende cobranças contra Casas Bahia por 180 dias
A Justiça de São Paulo concedeu um 'stay period' à Casas Bahia, suspendendo execuções e bloqueios judiciais por 180 dias.
Pontos principais
- A decisão protege a companhia de cobranças e penhoras até 15 de fevereiro de 2027.
- O 'stay period' visa viabilizar a reestruturação de R$ 17,3 bilhões em dívidas do grupo.
- Instituições como BTG Pactual, Cielo, Getnet e Redecard devem cessar retenções e liberar fluxos financeiros.
- A medida proíbe novos atos de constrição de bens contra a Casas Bahia e suas subsidiárias.
A Justiça de São Paulo concedeu uma tutela de urgência à Casas Bahia, antecipando os efeitos do 'stay period' no processo de recuperação judicial da companhia. A decisão suspende, por um prazo de 180 dias, todas as ações e execuções judiciais contra o grupo, que busca reestruturar um passivo de R$ 17,3 bilhões. A medida visa impedir a deterioração do patrimônio da empresa, que já enfrentava bloqueios judiciais significativos, e garantir a continuidade de suas operações durante o processo de renegociação com credores. Como parte da determinação, instituições financeiras e credenciadoras, incluindo o BTG Pactual, Cielo, Getnet e Redecard, foram obrigadas a restabelecer o acesso da empresa a contas bancárias e liberar fluxos de recebíveis que estavam retidos. A proteção judicial, que se estende até fevereiro de 2027, proíbe novos atos de constrição de bens contra a varejista e suas subsidiárias.
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