Planos de governo para 2026 divergem sobre proteção infantil na internet
Candidatos à presidência apresentam propostas distintas para segurança digital de crianças, variando entre regulação e liberdade de plataformas.
Pontos principais
- Levantamento do g1 analisou propostas de 13 candidatos à Presidência para 2026.
- Lula propõe proibição de celulares em escolas e atualização do ECA Digital.
- Augusto Cury sugere criação de lei para acompanhamento psicossocial anual.
- Ronaldo Caiado defende integração entre órgãos de segurança e conselhos tutelares.
- Candidatos como Romeu Zema e Renan Santos se opõem à regulação de plataformas digitais.
A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital tornou-se um tema central nos planos de governo dos 13 candidatos à Presidência da República para as eleições de 2026. As propostas variam significativamente, refletindo visões opostas sobre o papel do Estado na regulação da internet. Enquanto nomes como Lula focam em medidas práticas, como a proibição de celulares em escolas e o fortalecimento do ECA Digital, outros candidatos, como Ronaldo Caiado, priorizam a integração de protocolos de segurança. Em contrapartida, figuras como Romeu Zema e Renan Santos manifestam resistência a qualquer tipo de regulação de plataformas digitais. O levantamento também aponta que uma parcela dos candidatos, incluindo Pablo Marçal e Flávio Bolsonaro, não apresentou diretrizes específicas voltadas à segurança digital infantojuvenil, evidenciando uma disparidade nas prioridades de campanha sobre o tema.
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