Augusto Cury defende taxação de big techs e restrição a redes sociais
Candidato à Presidência propõe tributar empresas de tecnologia e restringir acesso de menores de 14 anos às redes sociais para proteger saúde mental.
Pontos principais
- Augusto Cury sugere taxação elevada para big techs, equiparando-as a produtos que geram dependência.
- O candidato defende a responsabilização judicial de executivos, como Mark Zuckerberg, por danos à saúde mental de jovens.
- Cury propõe a proibição do uso de redes sociais para crianças e adolescentes com até 14 anos.
- Sobre o 8 de janeiro, o candidato sugere uma comissão para avaliar processos de anistia individualmente.
- Cury defende a possibilidade de impeachment de ministros do STF em casos de erros no exercício da função.
Durante sabatina eleitoral, o candidato à Presidência Augusto Cury apresentou propostas focadas na regulação das grandes empresas de tecnologia. Cury defendeu a implementação de uma tributação rigorosa para as big techs, utilizando como argumento o impacto dessas plataformas na saúde mental de crianças e adolescentes. O candidato comparou o vício em redes sociais ao consumo de substâncias como o cigarro e sugeriu que o acesso a essas ferramentas seja proibido para menores de 14 anos. Além disso, Cury afirmou que pretende buscar a responsabilização judicial de executivos do setor, citando nominalmente Mark Zuckerberg. Em outros temas, o candidato abordou questões institucionais, propondo a criação de uma comissão para analisar individualmente os processos relacionados aos atos de 8 de janeiro e defendeu a viabilidade de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal em situações de erro funcional.
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