iFood rebate governo e nega remuneração abaixo do salário mínimo
Plataforma enviou documento à Presidência afirmando que entregadores recebem, no mínimo, o valor do salário mínimo nacional de R$ 1.621.
Pontos principais
- O iFood respondeu formalmente a questionamentos feitos pelo ministro Guilherme Boulos.
- A empresa assegura que a remuneração de seus entregadores respeita o piso nacional vigente.
- O valor do salário mínimo atual no Brasil é de R$ 1.621.
- A manifestação foi enviada à Secretaria-Geral da Presidência da República.
O iFood enviou um documento oficial à Secretaria-Geral da Presidência da República para rebater críticas sobre a remuneração de seus entregadores. A empresa respondeu a questionamentos levantados pelo ministro Guilherme Boulos, garantindo que nenhum profissional que utiliza a plataforma recebe menos do que o salário mínimo nacional, atualmente fixado em R$ 1.621. A iniciativa busca esclarecer o modelo de ganhos da companhia em meio ao debate sobre a regulação do trabalho por aplicativos no país. O posicionamento da empresa ocorre em um momento de crescente pressão governamental por maior transparência e garantias trabalhistas para os entregadores que atuam no setor de delivery. Com essa resposta, o iFood tenta refutar alegações de precarização e reafirmar a conformidade de suas práticas operacionais com as normas vigentes no mercado brasileiro.
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