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iFood nega ao Cade exigência de paridade de preços com concorrentes

A empresa refutou acusações de práticas anticompetitivas e pediu que o órgão regulador não aplique sanções por suposto descumprimento de acordo.

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Foto: Times Brasil
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08/06 às 20:15

Pontos principais

  • O iFood respondeu a questionamentos do Cade sobre violações do Termo de Compromisso de Cessação firmado em 2023.
  • A plataforma negou exigir que restaurantes igualem preços entre o iFood e aplicativos rivais.
  • O Cade investiga denúncias de redução de visibilidade para estabelecimentos que operam em outras plataformas.
  • A empresa classificou as denúncias como casos isolados e afirmou seguir as regras contratuais vigentes.
  • O iFood solicitou que o órgão não declare descumprimento do acordo nem aplique penalidades.

O iFood apresentou esclarecimentos ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) negando ter imposto exigências de paridade de preços ou retaliações a restaurantes que utilizam plataformas de delivery concorrentes. A manifestação ocorre no âmbito de uma investigação sobre o suposto descumprimento do Termo de Compromisso de Cessação (TCC) assinado pela companhia em 2023. Segundo o iFood, as denúncias de que a empresa estaria penalizando estabelecimentos que operam com rivais, como a 99Food, são casos isolados e não refletem uma prática sistêmica. A empresa defende que suas operações seguem estritamente as cláusulas contratuais estabelecidas e solicitou ao órgão regulador que não aplique sanções. Como medida de boa-fé, a plataforma se comprometeu a implementar um canal de atendimento específico para associados do Sindibares de Goiânia, buscando resolver conflitos pontuais sem a necessidade de intervenção punitiva do Cade.

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