Taxas dos DIs têm variações modestas após IPCA-15 e dados dos EUA
O mercado de juros operou com estabilidade após deflação no IPCA-15 e divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos.
Pontos principais
- O IPCA-15 de agosto registrou deflação de 0,40%, superando a expectativa de mercado de 0,30%.
- Apesar da deflação, houve aceleração em métricas de serviços subjacentes e intensivos em mão de obra.
- Nos EUA, o índice PCE subiu 0,2% em julho e o PIB do segundo trimestre cresceu 1,5%.
- A dívida pública federal brasileira atingiu R$ 9,289 trilhões em julho, alta de 0,22%.
- O Tesouro Nacional elevou a meta de títulos atrelados à Selic para o intervalo entre 49% e 53%.
As taxas dos DIs apresentaram variações modestas nesta sessão, reagindo a um cenário de indicadores mistos no Brasil e no exterior. Internamente, o IPCA-15 de agosto surpreendeu positivamente ao marcar deflação de 0,40%, embora a composição do índice tenha gerado cautela devido à aceleração em serviços subjacentes. Paralelamente, o mercado monitorou dados dos Estados Unidos, onde o índice PCE subiu 0,2% em julho e o PIB do segundo trimestre avançou 1,5%, reforçando a resiliência da economia americana. O Tesouro Nacional também atualizou suas projeções, elevando a fatia esperada de títulos atrelados à Selic na dívida pública para até 53%. Com a dívida federal totalizando R$ 9,289 trilhões, o ajuste nas expectativas do Tesouro reflete a estratégia de gestão frente ao atual patamar de juros e à necessidade de financiamento do governo sob a gestão de Donald Trump.
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