China promete retaliação após novas sanções dos EUA contra o Irã
Pequim classificou as sanções americanas como ilegais e afirmou que tomará medidas para proteger seus interesses comerciais com o Irã.
Pontos principais
- O governo Trump sancionou dezenas de entidades e embarcações ligadas ao Irã.
- A China, que compra 80% do petróleo iraniano, rejeitou as sanções secundárias dos EUA.
- Pequim classificou as medidas americanas como ilegais e prometeu proteger seus interesses nacionais.
- O governo chinês reafirmou que não interromperá a cooperação comercial com Teerã.
O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, anunciou um novo pacote de sanções contra dezenas de entidades, indivíduos e embarcações vinculadas ao Irã, incluindo a ameaça de sanções secundárias a parceiros comerciais de Teerã. A China, que é responsável pela compra de cerca de 80% das exportações de petróleo iraniano, reagiu prontamente ao classificar as medidas como ilegais. Pequim declarou que não pretende interromper a cooperação bilateral e afirmou que tomará todas as medidas necessárias para proteger seus interesses nacionais diante da pressão americana. O impasse intensifica o atrito geopolítico entre as duas maiores economias do mundo, com a China desafiando diretamente a política de pressão máxima de Washington. A retórica de retaliação sinaliza um possível aumento na instabilidade das relações diplomáticas e do comércio global entre as potências.
