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TSE proíbe remuneração de influenciadores em campanhas eleitorais

Justiça Eleitoral veda pagamentos e campeonatos de cortes para impulsionar candidatos, permitindo apenas manifestações espontâneas.

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Foto: G1 Política
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23/08 às 00:31

Pontos principais

  • Influenciadores estão proibidos de receber qualquer remuneração ou benefício financeiro por propaganda eleitoral.
  • A prática de 'campeonato de cortes' foi banida pelo Tribunal Superior Eleitoral para evitar a disseminação paga de vídeos.
  • Manifestações políticas feitas por influenciadores só são permitidas se forem espontâneas e sem contrapartida econômica.
  • A legislação veda o impulsionamento de conteúdo político realizado por terceiros influenciadores.
  • O Ministério Público Eleitoral monitora denúncias de ilícitos relacionados a publicações pagas em redes sociais.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou as diretrizes que regulam a atuação de influenciadores digitais durante o período de campanha eleitoral no Brasil. A norma proíbe expressamente o recebimento de pagamentos, benefícios financeiros ou qualquer tipo de vantagem econômica em troca de publicações político-eleitorais. Entre as práticas vetadas está o chamado 'campeonato de cortes', estratégia que incentivava a criação de vídeos de campanha em troca de premiações. A medida visa garantir o equilíbrio na disputa e evitar que o poder econômico distorça o debate nas redes sociais. Embora a livre manifestação de pensamento seja permitida, ela deve ocorrer de forma estritamente espontânea. Campanhas e o Ministério Público Eleitoral atuam no monitoramento dessas atividades, visando coibir o impulsionamento irregular de conteúdo e assegurar a transparência no processo democrático digital.

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