Brasil possui apenas um modelo de drogômetro certificado pelo Inmetro
Apesar da regulamentação do Contran, apenas um equipamento de detecção de drogas em motoristas conta com a certificação exigida pelo Inmetro.
Pontos principais
- O Contran estabeleceu normas para o uso de drogômetros em fiscalizações de trânsito no país.
- Apenas um modelo de dispositivo disponível no mercado brasileiro atende aos requisitos técnicos do Inmetro.
- A falta de opções certificadas limita a capacidade operacional das autoridades em blitzes.
O uso de drogômetros em operações de fiscalização de trânsito no Brasil enfrenta um gargalo técnico significativo. Embora o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tenha regulamentado a utilização desses equipamentos para detectar o consumo de substâncias psicoativas por condutores, a oferta de dispositivos aprovados é extremamente restrita. Atualmente, apenas um modelo disponível no mercado nacional obteve a certificação necessária junto ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Essa limitação impõe desafios logísticos para as autoridades de trânsito, que dependem da conformidade dos aparelhos com os padrões de precisão e segurança estabelecidos pelo órgão regulador. A escassez de equipamentos certificados pode impactar a eficácia das fiscalizações em todo o território nacional, uma vez que a validade jurídica dos testes depende diretamente da homologação técnica do dispositivo utilizado pelos agentes.
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