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Subsecretária dos EUA critica restrição do X a candidatos no Brasil

Sarah B. Rogers classificou como censura a limitação de alcance de perfis de candidatos imposta pelo X para cumprir normas eleitorais brasileiras.

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Foto: G1 Política
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17/08 às 12:46, atualizado 20:01

Pontos principais

  • A subsecretária de Estado dos EUA, Sarah B. Rogers, criticou publicamente a restrição de recomendações de perfis de candidatos no X.
  • A medida do X visa cumprir a Resolução nº 23.610/2019 do TSE, que limita a promoção de contas de políticos durante o período eleitoral.
  • O filtro impede que postagens de candidatos apareçam na aba 'Para Você' de usuários que não os seguem, reduzindo o alcance orgânico.
  • O X disponibilizou o código do filtro no GitHub para garantir transparência sobre a implementação da restrição.
  • A declaração de Rogers marca um novo ponto de tensão diplomática entre o governo dos EUA e autoridades brasileiras sobre regulação de redes.

A subsecretária de Estado dos EUA, Sarah B. Rogers, classificou como 'censura' a decisão da rede social X de restringir a recomendação de perfis de candidatos durante as eleições brasileiras de 2026. A plataforma implementou um filtro em seu algoritmo para cumprir a Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proíbe a promoção de contas de postulantes a cargos eletivos em serviços online. Com a mudança, cerca de 600 perfis de políticos deixaram de ser sugeridos na aba 'Para Você' para usuários que não os seguem, visando limitar o alcance orgânico durante o pleito. O episódio reacende o debate sobre a soberania regulatória e a moderação de conteúdo, inserindo-se em um histórico recente de tensões entre o governo dos EUA e o Judiciário brasileiro sobre o controle das redes sociais no país.

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