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Banco do Brasil lucra R$ 3,9 bilhões no 2º trimestre de 2026

O Banco do Brasil superou as expectativas do mercado ao registrar lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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12/08 às 19:15 · atualizado 22:02

Pontos principais

  • O lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões superou a projeção de R$ 3,6 bilhões da LSEG.
  • O resultado representa um crescimento de 3,3% na comparação anual e 13,9% frente ao primeiro trimestre de 2026.
  • A carteira de crédito expandida da instituição alcançou a marca de R$ 1,3 trilhão.
  • O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) subiu para 8,3%, ante 7,3% no trimestre anterior.
  • A inadimplência acima de 90 dias atingiu 5,6%, mantendo pressão sobre a qualidade da carteira.
  • O desempenho foi impulsionado principalmente pelas operações de tesouraria e pela expansão do crédito a pessoas físicas.
  • O banco encerrou o período com R$ 2,58 trilhões em ativos, uma expansão de 6% em relação a junho de 2025.

O Banco do Brasil reportou um desempenho financeiro robusto no segundo trimestre de 2026, superando as estimativas de analistas de mercado. Com um lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, a instituição demonstrou resiliência ao registrar um crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e uma recuperação significativa de 13,9% frente aos três meses imediatamente anteriores. O resultado foi sustentado pela solidez das operações de tesouraria e pelo crescimento consistente da carteira de crédito voltada para pessoas físicas, que ajudou a compensar os desafios enfrentados em outros segmentos.

Apesar do lucro positivo, o banco ainda lida com um cenário de cautela devido à inadimplência acima de 90 dias, que se situou em 5,6%. O setor de agronegócio, historicamente relevante para a instituição, continua sendo um ponto de atenção para os investidores, que monitoram de perto o nível de provisões e a qualidade dos ativos. Com um ROE de 8,3% e uma expansão de 6% no total de ativos, o Banco do Brasil reafirma a força de seu conglomerado financeiro, buscando equilibrar a expansão da carteira de crédito com a gestão rigorosa de riscos em um ambiente macroeconômico ainda desafiador.

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