O Banco do Brasil reportou um lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, consolidando uma retração de 54% em comparação ao mesmo período de 2025. O desempenho, divulgado oficialmente na quarta-feira, 13 de maio, foi fortemente impactado por um aumento de 85,8% no custo de crédito, que somou R$ 18,9 bilhões. Esse cenário reflete um ambiente de maior risco no setor do agronegócio, marcado por um aumento expressivo na inadimplência e na judicialização para a recuperação de ativos, o que resultou em um ROE de 7,3% para a instituição.
Diante desse cenário, a gestão do banco revisou suas metas financeiras para o restante de 2026, reduzindo a projeção de lucro líquido anual para o intervalo entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões. O ajuste estratégico é atribuído à necessidade de maior cautela frente às incertezas macroeconômicas e aos desafios que impactam diretamente a margem financeira bruta da companhia. A administração reforçou que o monitoramento rigoroso do risco de crédito permanece como prioridade absoluta para mitigar os efeitos da volatilidade setorial observada nos primeiros meses do ano.
Folha de São Paulo - Mercado • 13 mai, 19:10
UOL - Economia • 13 mai, 18:47
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