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TSE cria conselho para monitorar IA e desinformação nas eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral instituiu o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional para combater fake news e o uso indevido de IA no pleito.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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07/08 às 11:32 · atualizado 21:01

Pontos principais

  • O novo órgão, denominado Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, atuará até o fim de 2026.
  • A iniciativa é conduzida sob a presidência do ministro Kassio Nunes Marques.
  • O conselho será composto por especialistas não remunerados de áreas como tecnologia, segurança e comunicação.
  • As reuniões do colegiado ocorrerão mensalmente para assessorar a presidência do TSE.
  • O grupo focará no monitoramento de ameaças à integridade do processo eleitoral e no uso indevido de ferramentas de IA.
  • Normas vigentes exigem a rotulagem obrigatória de conteúdos sintéticos em campanhas.
  • O órgão buscará parcerias com universidades e a sociedade civil para promover a educação digital.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a criação do Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, um órgão técnico voltado ao monitoramento preventivo de riscos durante as eleições de 2026. Sob a presidência do ministro Kassio Nunes Marques, o colegiado será formado por especialistas não remunerados de diversos setores, incluindo tecnologia, segurança pública e comunicação, com o objetivo de assessorar a Corte na manutenção da normalidade eleitoral e no combate à disseminação de desinformação.

A medida reforça o arcabouço regulatório já estabelecido pelo tribunal, que impõe regras rígidas para o uso de inteligência artificial no pleito. Entre as exigências, destaca-se a rotulagem obrigatória de conteúdos gerados por IA e a proibição de materiais sintéticos que alterem a voz ou a imagem de candidatos nas 72 horas que antecedem a votação e nas 24 horas posteriores. O conselho também terá a função de articular parcerias com instituições de ensino e empresas para fomentar a educação digital, além de monitorar o cumprimento das normas por provedores de internet, que podem ser responsabilizados pela manutenção de conteúdos ilegais ou perfis falsos.

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