TSE cria conselho para monitorar IA e fake news nas eleições de 2026
O novo Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional assessorará o TSE no combate à desinformação e ao uso indevido de IA no pleito de 2026.
Pontos principais
- O colegiado será formado por especialistas não remunerados das áreas de tecnologia, IA, segurança e comunicação.
- O grupo atuará mensalmente até o fim de 2026 para assessorar a presidência do tribunal em estudos e recomendações.
- Normas vigentes exigem a rotulagem obrigatória de conteúdos criados por IA em campanhas eleitorais.
- Fica proibida a circulação de conteúdos sintéticos que alterem voz ou imagem de candidatos nas 72 horas antes e 24 horas após o pleito.
- O conselho buscará parcerias com universidades e a sociedade civil para promover ações de educação digital.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a criação do Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, órgão voltado ao monitoramento da desinformação e do uso indevido de inteligência artificial durante as eleições de 2026. Composto por especialistas não remunerados, o grupo prestará assessoria técnica à presidência do tribunal, focando em estudos e recomendações para assegurar a integridade do processo eleitoral. A iniciativa reforça o compromisso da corte com o combate ao uso de tecnologias que possam manipular a percepção do eleitorado.
Além do monitoramento, o conselho pretende estabelecer parcerias com instituições de ensino e a sociedade civil para fomentar a educação digital. A medida complementa as resoluções já existentes, que impõem a rotulagem obrigatória de conteúdos gerados por IA e restringem o uso de mídias sintéticas que alterem a imagem ou voz de candidatos no período crítico próximo à votação.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
