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PGR classifica como precipitada busca contra Weverton Rocha

Procuradoria questiona mandados de busca contra o senador e o advogado Willer Tomaz na Operação Sem Desconto, mas ministro mantém decisão.

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Foto: InfoMoney
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06/08 às 16:15

Pontos principais

  • A PGR argumentou que a quebra de sigilo bancário e fiscal seria suficiente para a atual fase das investigações.
  • O ministro André Mendonça, do STF, manteve a autorização para os mandados de busca e apreensão.
  • A Operação Sem Desconto apura irregularidades em descontos realizados em aposentadorias e pensões do INSS.
  • A Polícia Federal aponta o senador Weverton Rocha como figura ativa na gestão do grupo investigado.
  • O advogado Willer Tomaz é suspeito de administrar a estrutura patrimonial do esquema criminoso.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou discordância em relação à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou mandados de busca e apreensão contra o senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. Para o órgão ministerial, a medida foi considerada precipitada, sustentando que a quebra de sigilo bancário e fiscal dos investigados seria uma providência suficiente para o estágio atual das apurações. Apesar da posição da PGR, o ministro manteve a validade das ordens judiciais.

Os alvos são investigados no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários pagos pelo INSS. Segundo a Polícia Federal, o senador Weverton Rocha teria papel ativo na tomada de decisões do grupo, enquanto Willer Tomaz seria o responsável pela gestão da estrutura patrimonial utilizada para operacionalizar as supostas irregularidades.

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