Juiz federal sinaliza possível arquivamento de processo de Trump contra WSJ
Magistrado demonstrou ceticismo sobre ação de difamação de US$ 10 bilhões movida pelo presidente Donald Trump contra o Wall Street Journal.
Pontos principais
- O processo contesta uma reportagem de julho de 2025 sobre uma carta atribuída a Trump em um livro de Jeffrey Epstein.
- Donald Trump nega a autoria do documento e alega que o jornal ignorou alertas sobre a falsidade do conteúdo.
- A ação judicial também inclui Rupert Murdoch, fundador da News Corp, como réu.
- O juiz federal na Flórida indicou que o caso pode ser encerrado novamente após análise preliminar.
Um juiz federal na Flórida sinalizou que a ação de difamação de 10 bilhões de dólares movida pelo presidente Donald Trump contra o Wall Street Journal e Rupert Murdoch pode ser arquivada. O litígio gira em torno de uma reportagem publicada em julho de 2025, que vinculou o presidente a uma carta contida em um livro de aniversário de Jeffrey Epstein. Trump nega categoricamente ter escrito ou assinado o documento, sustentando que a publicação manteve a narrativa mesmo após ser notificada sobre a suposta falsidade do material. A defesa do jornal e de Murdoch busca a rejeição das alegações, argumentando que a cobertura jornalística está protegida. O desfecho deste caso é relevante por envolver figuras centrais da política e da mídia americana, testando os limites legais sobre a responsabilidade editorial em reportagens de alto impacto.
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