Juiz rejeita ação de Trump contra WSJ, mas permite revisão
Um juiz dos EUA rejeitou a ação de difamação de Donald Trump contra o The Wall Street Journal, que pedia US$ 10 bilhões por uma reportagem que o ligava a Jeffrey Epstein, mas concedeu a Trump a oportunidade de apresentar uma versão revisada da ação.
Pontos principais
- A Justiça dos EUA rejeitou a ação de difamação de Donald Trump contra o The Wall Street Journal.
- Trump pedia US$ 10 bilhões por uma reportagem de 2025 que o associava a Jeffrey Epstein.
- O juiz Darrin P. Gayles afirmou que Trump não demonstrou intenção maliciosa na publicação da reportagem.
- Trump tem até 27 de abril para apresentar uma versão revisada da ação judicial.
- A reportagem original incluía uma suposta carta de 2003 de Trump para Epstein com conteúdo sugestivo e um desenho.
Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou a ação de difamação movida por Donald Trump contra o The Wall Street Journal. Trump buscava uma indenização de US$ 10 bilhões devido a uma reportagem publicada em setembro de 2025, que o associava ao financista Jeffrey Epstein. A matéria mencionava uma suposta carta de 2003 de Trump para Epstein, contendo conteúdo sugestivo e um desenho de uma mulher nua.
O juiz Darrin P. Gayles justificou a decisão afirmando que Trump, como figura pública, não conseguiu demonstrar que a reportagem foi publicada com intenção maliciosa, um requisito legal para casos de difamação. No entanto, o juiz concedeu a Trump a oportunidade de apresentar uma versão revisada da ação até o dia 27 de abril. O The Wall Street Journal havia contatado Trump para comentários antes da publicação da matéria original e incluiu sua negação na reportagem.
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