Defesa de Augusto Lima nega delação premiada no caso Banco Master
O empresário Augusto Lima trocou sua equipe jurídica, mas novos advogados descartam colaboração com autoridades no âmbito do Caso Banco Master.
Pontos principais
- Augusto Lima substituiu o escritório Figueiredo e Velloso pelos advogados Eduardo Toledo e Sebástian Mello.
- A mudança na defesa gerou especulações no meio jurídico sobre uma possível delação premiada do empresário.
- A nova equipe jurídica rechaçou os rumores, afirmando que a estratégia de defesa permanece inalterada.
- Lima é investigado por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro no esquema do Banco Master.
O empresário Augusto Lima, investigado por seu envolvimento no Caso Banco Master, realizou uma mudança em sua equipe de defesa jurídica. O ex-sócio de Daniel Vorcaro, que responde a acusações de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro, passou a ser representado pelos advogados Eduardo Toledo e Sebástian Mello. A alteração no corpo jurídico levantou especulações sobre uma possível disposição do investigado em colaborar com a Justiça, mas a nova defesa negou veementemente qualquer intenção de firmar um acordo de delação premiada. O caso segue sob intenso escrutínio, ocorrendo em um cenário de pressão sobre as atividades de Daniel Vorcaro e após tentativas anteriores de delação terem sido recusadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A nova equipe reforçou que a estratégia processual de Lima permanece inalterada diante das investigações em curso.
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