Luiza Trajano defende lei de cotas para mulheres em cargos de liderança
A empresária propôs a obrigatoriedade de 50% de representatividade feminina em posições de comando durante evento com a ministra Cármen Lúcia.
Pontos principais
- Luiza Helena Trajano sugeriu a criação de uma legislação para garantir paridade de gênero em cargos de liderança.
- A proposta busca acelerar a presença de mulheres em posições de decisão no setor corporativo brasileiro.
- O evento contou com a presença da ministra do STF, Cármen Lúcia, que recebeu aplausos do público.
- A defesa de cotas é um pilar central na agenda de diversidade promovida pela empresária.
Durante um evento que reuniu lideranças e contou com a presença da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a empresária Luiza Helena Trajano defendeu a implementação de uma lei que estabeleça a cota de 50% para mulheres em cargos de liderança. A proposta visa enfrentar a disparidade de gênero no mercado de trabalho brasileiro, buscando acelerar a ocupação de posições de comando por mulheres no setor corporativo. A ministra Cármen Lúcia, que participou do encontro, foi ovacionada pelos presentes, reforçando o debate sobre a representatividade feminina em espaços de poder. A iniciativa de Trajano reflete seu compromisso contínuo com pautas de diversidade e inclusão, tratando a paridade como uma medida necessária para a evolução da estrutura organizacional das empresas no país.
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